Desafio literário: 12 clássicos nacionais para 2019

Desafios e metas são coisas que sempre estão presentes no começo de novos anos. Já que está se iniciando um novo ciclo, é normal que façamos uma programação para desenvolvermos certos projetos durante todo o decorrer do novo ano. Pensando nisso e somando com a minha carência de uma carga intelectual de literatura clássica nacional, resolvi selecionar 12 livros para ler durante o ano de 2019. 

Para ser sincero, não usei nenhum critério muito específico, só me certifiquei de que a obra fosse considerada clássica por muitos críticos literários e, além disso, chamasse minha atenção seja pela capa, seja pela premissa ou seja pelo nome/história do autor. Sendo assim, segue minha lista:



JANEIRO: O Cortiço, Aluísio de Azevedo
O Cortiço é um romance naturalista do brasileiro Aluísio Azevedo publicado em 1890 que denuncia a exploração e as péssimas condições de vida dos moradores das estalagens ou dos cortiços cariocas do final do século XIX.

FEVEREIRO: Triste fim de Policarpo Quaresma, Lima Barreto
Triste Fim de Policarpo Quaresma é um romance do pré-modernismo brasileiro e considerado por alguns o principal representante desse movimento.

MARÇO: Macunaíma, Mário de Andrade
Macunaíma, o herói sem nenhum caráter é um livro de 1928 do escritor brasileiro Mário de Andrade, considerado a sua obra-prima.

ABRIL: Dom Casmurro, Machado de Assis
Dom Casmurro é um romance escrito por Machado de Assis, publicado em 1899 pela Livraria Garnier. Escrito para publicação em livro, o que ocorreu em 1900 – embora com data do ano anterior, ao contrário de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) e Quincas Borba (1891), escritos antes em folhetins –, é considerado pela crítica o terceiro romance da "Trilogia Realista" de Machado de Assis, ao lado desses outros dois, embora o próprio autor não tenha formulado esta categoria.

MAIO: O Ateneu, Raul Pompeia
O Ateneu é um romance do escritor brasileiro Raul Pompeia, considerado como o único exemplar de romance impressionista na literatura brasileira.

JUNHO: Vidas Secas, Graciliano Ramos
Vidas Secas é o quarto romance do escritor brasileiro Graciliano Ramos, escrito entre 1937 e 1938, publicado originalmente em 1938 pela editora José Olympio. As ilustrações na primeira edição foram feitas pelo artista plástico Aldemir Martins. O livro vendeu 10 milhões de cópias e foi traduzido para 3 idiomas.

JULHO: Memórias póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
Memórias Póstumas de Brás Cubas é um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1881, na Revista Brasileira, para, no ano seguinte, ser publicado como livro, pela então Tipografia Nacional.

AGOSTO: Capitães de Areia, Jorge Amado
Capitães da Areia é um romance de autoria do escritor brasileiro Jorge Amado, escrito em 1937. A obra retrata a vida de um grupo de menores abandonados, que crescem nas ruas da cidade de Salvador, Bahia, vivendo em um trapiche, roubando para sobreviver, chamados de "Capitães da Areia".

SETEMBRO: O quinze, Rachel de Queiroz
O Quinze é o primeiro e mais popular romance de Rachel de Queiroz, publicado em 1930. O título se refere a grande seca de 1915, vivida pela escritora em sua infância. O livro tem 26 capítulos.

OUTUBRO: Vestido de Noiva, Nelson Rodrigues
Vestido de Noiva é uma peça teatral brasileira, de teor psicológico, escrita por Nelson Rodrigues e encenada pela primeira vez em 1943. Em seu cenário, a peça apresenta três planos que se intercalam: o plano da alucinação, o plano da realidade e o plano da memória.

NOVEMBRO: O Guarani, José de Alencar
O Guarani é um romance escrito por José de Alencar, desenvolvido em princípio em folhetim. No dia 1º de janeiro de 1857 é publicado o capítulo inicial do romance no Diário do Rio de Janeiro, para no fim desse ano, ser publicado como livro, com alterações mínimas em relação ao que fora publicado em folhetim.

DEZEMBRO: Memórias de um Sargento de Milícias, Manuel Antônio de Almeida
Memórias de um Sargento de Milícias é um romance de Manuel Antônio de Almeida. Foi publicado originalmente em folhetins no Correio Mercantil do Rio de Janeiro, entre 1852 e 1853, anonimamente. O livro foi publicado em 1854, no lugar do autor constava "um brasileiro".

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